Em epidemiologia está-se muitas vezes interesssado em estimar a probalidade de eventos como, probabilidade de ficar infectado, doente ou de morrer em populações contendo números diferentes de indivíduos. Assim expressa-se estas contagens como uma fracção dos animais biológicamente capazes de experimentarem o evento (população em risco). A primeira prioridade no estudo da epidemiologia de uma doença é a definição clara da população em risco i.e o sector da população susceptível de contrair a doença. Em segundo lugar há que considerar se se trata de medir a frequência e impacto de eventos visíveis como doença clínica ou morte, ou de medir a frequência de infecção ou de doença subclínica em animais aparentemente sãos através de testes de diagnóstico (screening tests).
A formula geral para uma taxa ou proporção é :
a/(a+b)
com a = número de animais com o evento de interessse b= número de animais em risco mas que não experimentaram o evento (doença, infecção).
Todas as taxas têm um componente de tempo externo (CTE)
que se refere a um período ou momento no calendário
(que deve ser especificado) . A taxa é baseada num componente
de tempo interno (CTI), um período de tempo que tem a duração
menor ou igual ao CTE. Por ex. a investigação da taxa de
mortalidade em vitelos pode durar um período de 3 anos (CTE) mas
o calculo da taxa pode ser expressa numa base diária, mensal
anual ou no período de 3 anos (CTI).
Em epidemiologia taxa pode ser defenida: No. de
indivíduos tendo ou uma característica (normalmente uma infecção,
doença ou característica associada a doença) durante
um certo período de tempo (CTI), dividido pelo número total
de indivíduos em risco (NAR) de adquirirem essa característica
durante o período de tempo especificado.
O NAR utilizado é sempre a média do NAR porque há
sempre novos animais que entram outros que saem da população
em estudo e mesmo os que morrem. É normalmente exprimido (multiplicado)
por uma constante (geralmente um multiplo de 10) para relacionar com uma
unidade específica da população. O estudo do problema
pode ser realizado num determinado período de observação
ou a um ponto no calendário (CTE). O CTI pode ter a duração
igual ou inferior ao CTE. As taxas são fracções mas
são normalmente multiplicas por uma constante como 100 ou 1000 de
tal forma que o resultado é um número maior do que 1. A regra
básica ao formar uma taxa é a de que cada animal só
pode experimentar o evento de interesse (doença, infecção)
uma vez durante o CTI. O animal deixa de estar em risco depois do evento
de interesse ter ocorrido e durante o período de tempo (CTI) na
qual a taxa é baseada. A forma mais simples de lidar com ocorrências
multiplas é diminuir o CTI. Ex. no caso de mastite que pode ocorrer
mais do que uma vez por lactação, várias taxas por
cada 30 dias pospartum podem ser calculadas.
no. de animais que adquiriram evento de interesse
x C
Média NAR x CTI
C é uma constante geralmente 100.
Do ponto de vista prático trabalha-se normalmente com um CTE = CTI o que de certo modo facilita os calculos.
Há dois tipos diferentes de taxas: (i) a taxa verdadeira
(técnicamente uma taxa de densidade de incidência) que descreve
a velocidade média com a qual o evento de interesse (infecção,
doença, morte) ocorre por unidade animal tempo em risco. A
unidade de tempo para o período de risco pode ser 1 ano, no entanto
períodos mais curtos como dias ou meses são mais apropriados
em medicina veterinária. O conceito animal tempo é em regra
geral obtido multiplicando o número dos animais pela média
do seu período de risco para obter o animal tempo em risco.
O denominador pode ser formado pela média dos animais em risco no
início e no fim do período em estudo (NAR)
Ex: 3 animais observados no período de um ano, 2 desenvolveram
a doença, 1 no dia 120 (0.33 anos 120/360) e um no dia 240
(0.67 anos 240/360). A taxa verdadeira da doença por animal
ano usando o denominador exacto é: 2/(1+0.33+0.67) = 2/2 = 1
por animal ano
Utilizando o denominador aproximado é: 2/{?(3+1)/2?x1} = 2/2
=1 por animal ano.
Se a taxa fosse feita na base em animal semanas o CTI seria 52
= 2/104 = 0.02 por animal semana. As duas taxas são iguais porque
os animais que experimentaram o evento de interesse estiveram em risco
por uma média exatamente de 1/2 ano. Note que 2 animais anos
de risco foram experimentados por estes 3 animais durante o período
de estudo de um ano. O período de tempo no qual a taxa é
calculada (CTI) é 1 ano, i.e o mesmo que o período
de estudo (CTE).
As taxas verdadeiras são usadas quando a população
em estudo é muito dinâmica (com entradas e saídas)
durante o período representando o CTI. O denominador aproximado
é usado quando o período exacto de risco do indivíduo
não está disponível ou não é prático
obter. As taxas verdadeiras têm um valor mínimo de 0
e um máximo infinito, aplicam-se apenas a populações
e não têm interpretação a nível individual.
Se no ex. anterior os casos de doença tivessem ocorrido no
dia 30 (0.08 do ano) o total de animal anos de risco seria 1.66 e
a taxa de 1.72 por animal ano (172/100 animal anos). Isto não pode
ser interpretado a nível individual.
Se uma taxa verdadeira é calculada com base num CTI de x meses,
e se deseja exprimir a taxa na base de outro período de tempo
de y meses, assumindo uma taxa constante a taxa no período y é
= Taxa verdadeira em x(y/x). No ex. inicial a taxa verdadeira por animal
mês seria 1x1/12=0.08 por animal mês.
(ii) O segundo tipo de taxa é chamada de taxa de risco
(em termos precisos uma taxa de incidência comulativa) e dá
um uma estimativa directa da probabilidade (estatisticamente definida)
de um animal experimentar um evento de interesse durante o período
de tempo interno. Não pode haver adições ao número
inicialmente em risco. Se há perdas , por razões que não
as do evento de interesse, o denominador efectivo é determinado
subtraindo metade (1/2) do número retirado do número em risco
inicialmente. As taxas de risco têm um valor mínimo de 0 e
um valor máximo de 1. Estas taxas de risco podem ser interpretadas
a nival da população ou a nível individual. O formato
geral é:
Nº de animais adquirindo o evento de interesse
NAR inicial - 1/2 das saídas
Ex. Usando o ex. anterior para determinar a taxa de risco (i.e a probabilidade de uma animal desenvolver a doença durante o período de um ano ) é : 2/3= 0.67. Este valor pode ser multiplicado por 100 ou 1000. Ex. 67%. Se quisermos exprimir esta taxa (x) noutro período de tempo (y) então:
y/x
Taxa de
risco em y = 1- ( 1- taxa de risco em x)
Ex. Se a taxa for de 0.67% em um ano em 2 anos:
2/1
2
Taxa de risco em y =
1- ( 1- 0.67) = 1- (0.33) = 0.89
Se a taxa verdadeira existe e se pretende calcular a taxa de risco pode
ser usada a seguinte formula de conversão. A aproximação
é boa quando a taxa verdadeira é < 0.05 (5%)
por unidade animal tempo.
- taxa verdadeira
Taxa de risco = 1- e
e= base de logaritmo natural
Quando as taxas são baixas (< 15%), as diferenças
técnicas entre uma taxa verdadeira e a taxa de
risco podem ser ignoradas porque a magnitude das diferenças tem
pouca importância prática.
Um método prático de calcular taxas de risco em
populações dinâmicas evitando o uso de exponenciais
é o seguinte:
Medição da frequência da doença e da produção
Interrelações entre idade e tempo.
A ocorrência de um evento (doença, morte, refugo), pode
ser afectada pela idade por si, e, ou por factores que actuam temporalmente
próximo da ocorrência do evento (no ambiente presente), e,
ou por factores que existiram num certo momento antes da ocorrência
do evento (no ambiente passado). O problema é identificar quais
desses factores joga um papel importante no evento de interesse.
O método de examinar ocorrências relacionadas com a idade,
relaciona implicitamente a ocorrência do evento ao período
de tempo corrente. Isto é, as taxas não tomam em consideração
a idade de ocorrência no presente. As taxas periodicas ou correntes
para um determinado período no calendário tem a seguinte
forma geral que é semelhante ao usado para a maioria das taxas:
no. animais que adquirem o evento de interesse
Media dos animais em risco (NAR)x componente interno de tempo (CTI)
A formula pode ser modificada dependendo do que é que está
a ser estudado (i.e prevalência ou incidência, mortalidade,
refugo). Quando se interpretam as taxas correntes assume-se que o
evento de interesse é influenciado pelo ambiente corrente, porém
os efeitos da idade não podem ser separados dos efeitos do ambiente
corrente, e os efeitos do ambiente passado tem que ser ignorado.
Se as características da doença relacionadas com
a idade poderiam ser influenciadas por experiência ambiental passada
(incluindo a história do animal em relação a ocorrência
de doença anterior) outro método conhecido por análise
"Cohort" (grupo) é usado. Este método descreve a taxa do
evento de interesse num grupo definido (Cohort) ao longo de uma série
de intervalos. A análise de grupo (Cohort) usa taxas calculadas
como para as taxas de risco e tem o seguinte formato geral:
Esta formula pode ser modificada dependendo daquilo que está a ser medido. todos os animais no numerador são uma parte do grupo (Cohort) inicial de animais. Os grupos (Cohorts) são normalmente definidos na base da data de nascimento (mês ou ano) , momento de entrada na manada ou na base de experimentação de um determinando evento como por exemplo parto. Para separar os efeitos da idade dos efeitos do factores do ambiente corrente e do passado, os resultados de pelo menos 3 prospecções conduzidos em períodos do calendário diferendes deve estar disponível. Os efeitos da idade estão presentes quando as características da doença variam com a idade independentemente do grupo. Os efeitos do grupo estão presentes quando as características da doença varia com o grupo independentemente da idade. Os efeitos currentes estão presentes quando as características da doença variam com o calendário independentemente da idade e do grupo.
Taxas
As taxas de morbilidade, são usadas para medir a proporção de individuos afectados na população ou o risco de um individuo na população de ficar afectado. Descreve o nível de doença clínica na população e pode ser bruta, específica em relação a causa ou em relação aos atributos (características) do hospedeiro, ou a combinação dos dois últimos.
Taxa de incidência (TI): nº de novos casos que ocorrem numa população especificada durante um período de tempo especificado dividido pelo nº médio de de indivíduos em risco na população durante o mesmo período de tempo.
No. de novos casos de doença durante
TI
um certo período de tempo
Média NAR em risco nesse período x CTI
Ex: TI = nº de novilhos/as que
contrairam riquetsiose durante 1 mês (CTE)
nº médio de novilhos/as em risco durante esse mês x
1 mês (CTI)
(CTE=CTI)
Se existissem registos o denominador exacto podia ser determinado.
Nesse caso só poderiam ser incluidos animais que não tivessem
ainda contraído a doença. Frequentemente este rigor não
é necessário.
Ex:
Para calcular a probabilidade de ocorrência de doença num grupo de animais (ex. vitelos nascidos em Julho) deve ser usada a forma de risco da taxa de incidência.
TI = nº de vitelos nascidos no mês
de Julho que desenvolveram pneumonia
nº de vitelos nascidos em Julho
Esta forma é frequentemente usada quando o evento de interesse esta próximo (temporalmente) de acontecimentos tais como, nascimentos, inicio de engorda etc. Nestas circunstâncias o período de observação começa depois destes acontecimentos. O perído biológico de risco é pequeno relativamente à média de duração do peírodo de estudo (CTE) dos animais considerados individualmente. Por ex. A maioria dos casos de torção do abomaso (TA) ocorre poucas semanas antes da parição a formula de taxa de risco seria:
TI= no. de vacas que desenvolveram TA daquelas que pariram em Junho
Ao calcular a taxa de risco, os animais no numerador têm que pertencer ao grupo definido no denominador. Se os animais não podem ser identificados claramente ou se novos animais são incluidos no grupo de risco, a formula de uma taxa verdadeira seria:
TIv= nº de vacas que desenvolveram TA em Junho
nº de vacas meses em risco em Junho
Ambas as formulas exigem que o período de risco para TA seja definido. Pode-se converter uma taxa verdadeira para a taxa de risco com a formula indicada anteriormente. Algumas vacas desenvolvendo TA podem não ter parido em Junho e portanto contribuido pouco para o denominador. Da mesma forma algumas das vacas que pariram em Junho podem desenvolver TA só em Julho, não sendo contadas no numerador embora contribuam para o denominador. Em geral e particularmente em populações grandes e estáveis estas diferenças cancelam umas às outras e a taxa mantém-se válida. Para muitas doenças infecciosas , os animais que foram préviamente expostos ou vacinados podem não estar em risco biológico, e portanto as taxas podem ser mais precisas se se fizerem ajustamentos ao denominador para o nº de animais imunes na população e esta informação deve ser usada se as circunstâncias o permitirem. Frequentemente esse não é o caso. Animais verdadeiramente imunes (diferente de animais com títulos serológicos altos) não são conhecidos e portanto se estão aparentemente em risco devem ser contados no denominador.
Taxa de ataque (TA): nº total de casos de doença
que ocorre numa populaçãao especificada durante um período
de tempo especificado, dividido pelo nº total de indivíduos
em risco naquela população no início do período
especificado.
No. de novos casos de doença durante
um período de tempo
TA = ______________________________(xC)
NAR no início do periodo
(total de animais expostos)
Taxa de ataque secundário (TAS)-: é uma taxa utilizada para estudar a dessiminação de doenças infecciosas em subgrupos definidos da população (manadas) e é calculado da seguinte forma:
nº total de animais expostos au 1º caso que desenvolveram
doença
dentro dos limites do período de incubação
TAS=____________________________________
Total nº de animais expostos ao 1º caso
Prevalência (P): Em contraste com incidência
(uma medida dinâmica de ocorrência de doença) a prevalência
é uma medida estática de estudo da frequência de doença.
É uma fracção da população (proporção,
não taxa) doente num determinado momento. Isto é o nº
total de de casos de doença numa população especificada
num determinado momento no tempo, dividido pelo número total de
indivíduos em risco nessa população naquele momento.
No. de casos de doença num determinado momento
____________________________________
*(C)
NAR naquele momento
Note que para uma animal doente existir é necessário que ele primeiro desenvolva a doença (uma função da incidência) depois, a doença tem que presistir e o animal tem que sobreviver (ambos uma função do tempo) Portanto em doenças de curta duração ou de taxa de fatalidade elevada, a taxa de incidência será mais elevada que a prevalência (proporção) Em contraste doenças crónicas temdem a produzir prevalências que são maiores que as taxas de incidência. Então a relação entre TI e P se D= duração da doença é P=TI x D (Todas as quantidades expressas no mesmo período de tempo)
Taxa de morbilidade (causa específica) proporcional (TMP) pode ser definida pelo nº de casos de uma doença especificada numa população especificada, durante um período de tempo especificado, dividido pelo nº total de casos de todas as doenças na população durante aquele período de tempo.
TMP= No. de casos da doença específica num
período de tempo * (C)
_______________________________________________
No. total de casos de doença nesse período
As taxas de mortalidade, medem a proporção de animais que morrem numa população, i.e. descrevem quantitativamente o impacto das mortes numa população animal. Duas medidas frequentemente usadas são a taxa de mortalidade bruta e a taxa de mortalidade específica em relação à causa.
Taxa de mortalidade (bruta)(TMB) nº total de mortes
numa população durante um período de tempo especificado,
dividido pelo nº médio de de indivíduos naquela população
durante o período de tempo especificado.
TMB= No. de animais que morreram num período
de tempo x (C)
___________________________________________
Média NAR no período de tempo x CTI
C é uma constante geralmente 100.
Taxa de mortalidade específica (TME): É o nº total de mortes devidos a uma doença específica numa população especificada, durante um período de tempo especificado dividido pela média da população em risco (NAR) durante aquele período de tempo.
TME = Total de mortes pela doença X num período
de tempo
________________________________________
Média NAR no período de tempo x CTI
Taxa de fatalidade (TF): nº total de mortes devidos a uma doença específica numa população especificada, durante um período de tempo especificado dividido pelo nº total de animais doentes por esssa doença na população durante aquele período de tempo.
TF=
Total de mortes pela doença X num período de tempo
No. de animais doentes nesse período com a doença X
Taxas proporcionais
Algumas vezes interessa comparar a importância de uma doença específica com o total de casos doenças que ocorrem na população ou a morte devido a uma causa específica em relação ao número total de mortes num determinado período. Estas taxas são chamadas de taxas de morbilidade e mortalidade proporcionais.
Nota: O denominador destas taxas é apenas uma proporção
da população em risco. As taxas proporcionais podem ser afectadas
por alterações independentes no numerador, denominador ou
ambos. Por isso podem ser enganosos e o seu uso é desencorajado
em favor das descritas anteriormente
Consulta:
Quantificação de doença na população
Variabilidade das taxas e dos parametros de produção.
As taxas de risco, a prevalência (proporções)
e médias de parametros de produção estão sujeitas
a variabilidade resultante da amostragem. Amostragens repetidas (do mesmo
tamanho e da mesma população) darão origem a valores
(prevalência, média) ligeiramente diferentes A variabilidade
entre estas médias é descrita como erro padrão SE=
(s2/n)1/2=s/(n)1/2.
O SE (erro padrão)
pode ser usado para construir um intervalo de confiança para a média.
Para o efeito se usam os multiplicadores para os diferentes níveis
de confiança desejados.
| Nivel de confiança |
|
|
|
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| Multiplicador (Z) |
|
|
|
|
Determinação do intervalo de confiança de uma taxa ou de uma proporção.
Calcule a prevalência/taxa. p=t+/n
( (1-f)p(1-p) )1/2
Calcule o erro padrão SE =
n
n= tamanho da amostra.
f= fracção do total da população amostrada.
p= prevalência estimada.
Calcule o intervalo de confiança = p± multiplicador x SE
Ex. Se 125 vacas de 2000 foram positivas a um teste a prevalencia na amostra seria p=125/2000 i.e 0.063 ou 6.3%
Se a amostra foi obtida ao acaso (aleatóriamente) quer de forma simples ou sistemática a variabilidade é calculada da seguinte forma:
Variancia p (Vp) = p(1-p)/n = 0.063 * 0.937/2000
Vp = 0.295*10-4
Erro padrão de p (SEp)= Vp1/2
SEp = 0.0054 (0.54%)
A prevalência pode ser escrita da seguinte forma 6.3% ± Z (SE). Com amostras relativamente grandes , 65% de todas as médias possíveis estarão a 1 erro padrão (SE) da média verdadeira, 95% dentro de 1.96 SE e 99% dentro de 2.6 SE. Portanto, 6.3%±0.98 para 95% de confiança e 6.3%±1.3 para 99% de confiança.
Determinação do intervalo de confiança de uma média ou outra variável quantitativa ex. parametro de produção.
Quando, e só quando a média é obtida de amostras (n>50) obtidas ao acaso esta pode ser usada para fazer afirmações em relação à população donde esta média é proveniente. Em particular podem-se fazer afirmações sobre o nível de precisão da mesma. (Teoria da inferência estatística).Uma variável quantitativa ex. parametro de produção pode e deve ser exprimido dando uma ideia da sua variabilidade num intervalo de confiança escolhido.
Calcule a média X= (x1+x2+x3....xn)/n
Calcule o desvio padrão SD = (s2)1/2 ou outra fórmula SD=??(Xi-X)2/n-1
Calcule o erro padrão SE(x) = (s2/n)1/2
i.e s/(n)1/2 ou SE= SD x (1-f/n)1/2
n= tamanho da amostra (150)
f= fracção amostrada 150/4000
Calcule o intervalo de confiança desejado X ± Z * SE(x)